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Arquivo da Categoria ‘Bem-Estar’

Ações comunitárias contribuem para a sustentabilidade local

terça-feira, 17 de novembro de 2009

toronto_picnicHá algum tempo, mostramos uma iniciativa nos Estados Unidos que gerou diversos bons resultados: o Crop Swap, que nada mais é do que um cooperativa formada pela população de Sacramento, na Califórnia. Juntos, eles decidiram dar fim ao desperdício e formaram uma feira de trocas. A grande lição a ser tirada dessa atitude é que a colaboração coletiva gera sim resultados positivos.

Outro grande exemplo de ação conjunta pode ser encontrado em São Paulo. A prefeitura paulistana, desde 2005, regulamenta um programa no qual cidadãos ou organizações da cidade podem adotar uma praça pública, ficando assim responsáveis pela sua manutenção. A ideia foi se desenvolvendo e, em 2008, surgiu o programa Zeladores da Praça, que ainda fornece um auxílio financeiro para que alguns moradores da região se responsabilizem por cuidar da limpeza da praça, assim como de sua área verde.

Esse é um exemplo de ação pública voltada para o cumprimento de atividades sustentáveis que, de forma localizada, contribuem não apenas para a beleza de uma determinada região, mas também para a sua própria segurança. No entanto, mesmo que na sua cidade ainda não exista projetos do tipo, uma simples pitada de boa vontade já é o suficiente. Na zona oeste da capital, por exemplo, um grupo de moradores formou o Movimento Boa Praça. Eles se reúnem para realizarem um piquenique e, também, para alertar os frequentadores do local sobre a importância de se cuidar do bem público.

Bom, seja com uma horta comunitária, um minhocário comunitário ou uma feira de trocas comunitária, mobilize-se. Veja o que pode ser feito no seu bairro e convide seus vizinhos.

Brise para ambientes quentes

terça-feira, 25 de agosto de 2009

phoenix_centre_500Uma das maneiras mais eficientes de aumentar a iluminação natural em qualquer ambiente é por meio de janelas bem amplas. Quanto menos paredes e mais janelas, mais luz! Uma equação simples, é verdade, mas eis que aparece o “x” da questão: junto com a luminosidade vem o calor.

Calor e luz caminham sempre juntos e não há quem os separe. O jeito é encontrar soluções que atenuem os efeitos de um ou de outro. Como vimos no episódio quatro do ECOPRÁTICO, a simples instalação de uma cortina já serve como uma barreira ao calor.

Porém, há quem prefira medidas esteticamente mais elaboradas. Assim, os brises surgem como uma boa pedida. O brise é uma espécie de persiana que é usada no lado de fora das construções. Costuma ser feito com materiais não condutores de calor, como a madeira, por exemplo. Há ainda modelos de brises em que as lâminas são móveis, o que possibilita um maior controle da ventilação e da luz.

Era uma vez um cinzeiro

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

era-uma-vez-um-cinzeiroPara facilitar um pouco a vida dos fumantes, o blog do ECOPRÁTICO fez um post, há pouco tempo, com dicas interessantes para aqueles que pretendem parar de fumar. Afinal, a lei antifumo já está em vigor e é para valer.

Conforme as pessoas forem abandonando o cigarro, um quantidade grande de cinzeiros perderá sua utilidade. O que fazer com eles? O LDC, coletivo experimental da agência de publicidade Loducca, achou uma solução.

Cinzeiros de diversos estabelecimentos de São Paulo serão recolhidos pela LDC e entregues a profissionais ligados à arte, que terão como tarefa “reciclar” o objeto. Denominado de “Era uma vez um cinzeiro“, o projeto tem como objetivo subverter o valor simbólico do produto.

Os novos cinzeiros, uma vez modificados, serão devolvidos aos seus respectivos estabelecimentos para serem comercializados. O dinheiro será revertido para Fundação Câncer.

Escada de pneus

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O segredo é pilar bem a terra dentro do pneu!

O segredo é pilar bem a terra dentro do pneu!

Escada pronta

Escada pronta

Um dos princípios da sustentabilidade é transformar problemas em soluções. É exatamente o caso da dica Ecoprática desse post. Não é nenhuma novidade que os pneus velhos, chamados de inservíveis, causam um enorme impacto ambiental e de saúde pública por ser abrigo de vários vetores causadores de zoonoses (doenças transmitidas por animais). A questão é que cada vez mais se usa pneus em nossa sociedade do carro, e a indústria de pneus não se responsabiliza pelo produto depois de descartado pelo usuário e pouco faz e pouco investe em tecnologias que permitam sua reciclagem. Ou seja, temos aí um baita problemão!

Municípios já estão procurando promover leis que co-responzabilizem as indústrias de pneus pelo “lixo” gerado. Mas enquanto essa briga estiver em andamento podemos fazer usos bem interessantes e muito práticos dos pneus velhos. Na UBS (Unidade Básica de Saúde) Colônia, em Parelheiros, Zona Sul da cidade de São Paulo, estava sendo necessária uma escada no barranco do terreno do posto de saúde, onde todos escorregavam e caiam. Durante um mutirão com 13 pessoas e que durou apenas 3:00 horas foi construída uma escada com 30 pneus velhos. Dois problemas resolvidos!!! Menos 30 pneus impactando o meio ambiente e o posto de saúde tem uma escada novinha que fez o maior sucesso!

O trabalho é simples: tem que cavar os degraus, posicionar os pneus e enchê-los com terra. O segredo é pilar bastante a terra para ficar bem firme. Em cada pneu cabem por volta de 60kg de terra – é possível também colocar uma fina camada de brita por cima para dar o acabamento e evitar escorregões em dias de chuva! Pronto para usar! Baixíssimo custo!!! Escada super Ecoprática!

Hortoterapia: um remédio natural

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
1959chapelgarden

Hortas servem como "distração" para pacientes.

Você já deve ter perdido a conta de quantas vezes o ECOPRÁTICO colocou uma horta nas casas que visitou ou mostrou alguma dica de jardinagem aqui no blog. Esse tipo de espaço possui várias vantagens: tem função decorativa, insere mais verde no ambiente da casa e até mesmo fornece alimentos orgânicos para a família.

Como se tudo isso não bastasse, hortas e jardins ainda permitem um maior contato com a natureza, que é justamente o grande princípio da hortoterapia, uma técnica que estimula a recuperação de doenças físicas ou mentais simplesmente por meio do envolvimento com plantas e flores.

Grandes hospitais no mundo todo, como o Albert Eistein ou o Santa Catarina, ambos em São Paulo, utilizam os jardins para funções terapêuticas. Eles acalmam os pacientes e lhes dão maior motivação para se recuperarem.

E então, existe mais algum motivo para você não fazer uma horta ou um jardim na sua casa?

Dicas para abandonar o cigarro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Desde a última quinta-feira está valendo em todo o estado de São Paulo a tão comentada lei antifumo. Polêmicas à parte, a verdade é que a decisão provocou mudanças no comportamento de boa parte dos paulistanos.

Para os fumantes, não há muito a ser feito: fumar, na prática, a partir de agora, somente em lugares a céu aberto. Porém, isso gera inconveniências para os fumantes, como ter que sair do estabelecimento para fumar, o que é ainda pior caso ele esteja acompanhado dos amigos.

Para evitar esse tipo de problema, o melhor mesmo é parar de fumar. Claro, essa não é das tarefas mais simples, todos sabemos. Justamente por isso, o ECOPRÁTICO apresenta a seguir algumas dicas 100% naturais que lhe ajudarão nesse processo! Com isso e bastante força de vontade, você finalmente poderá se ver livre do vício do cigarro.

lei-antifumo

1) Tenha uma alimentação balanceada em vitaminas, proteínas e outros nutrientes. Além disso, faça pequenas refeições ao longo do dia para saciar a vontade de fumar.

2) Exercite-se! Ative seu metabolismo com atividades físicas diárias. Isso lhe dará mais disposição e energia para se livrar do cigarro.

3) Ao parar de fumar a pessoa geralmente fica bastante ansiosa e estressada. Busque atividades relaxantes, que sirvam como um momento de fuga. Atividades manuais ou artísticas podem ser um ótimo hobbie.

4) Vá diminuindo a quantidade diária de cigarros aos poucos. Não queria parar repentinamente de uma hora para outra. Com objetivos claros e modestos, a sensação de dever cumprido é cada vez maior.

5) As pessoas ao seu redor podem ser agentes fundamentais. Conte sobre a sua decisão para amigos e familiares. Com o apoio de outras pessoas, parar de fumar torna-se um objetivo mais fácil e menos estressante de ser alcançado.

6) Evite momentos em que a vontade de fumar geralmente costuma aparecer (após o “cafezinho”, por exemplo). Caso sinta necessidade, beba água para que a vontade passe. Lembre-se, também, de se livrar de esqueiros e cinzeiros na casa. Quanto menos objetos lembrarem a época de fumante, melhor!

7) Por fim, tenha sempre em mente que ao parar de fumar, você ganha alguns anos de vida para curtir a sua família e seus amigos! Você não vai desperdiçar esses momento tão preciosos fumando, vai?

Slow food: experimente!

terça-feira, 11 de agosto de 2009
vegetarian_diet

Comer bem melhora a qualidade de vida!

Você é o que você come. Não é à toa que essa frase é tão repetida: ela faz sentido. No mundo agitado em que vivemos, onde mal há tempo para aproveitar os pequenos prazeres da vida, é natural que redes e mais redes de fast food se proliferem país a fora. No entanto, comer rápido não significa comer bem – muito pelo contrário. Quase sempre, essas refeições possuem baixíssimo valor nutricional.

Justamente por isso, cada vez mais se populariza o conceito do slow food, um conceito que faz oposição ao chamado fast food. Os praticantes dessa filosofia valorizam o comer bem. Sentir o gosto, o aroma, a textura dos alimentos é fundamental. Além disso, o slow food ainda segue alguns preceitos da sustentabilidade como a utilização de produtos orgânicos, o comércio justo e a sazonalidade dos alimentos, por exemplo. Clicando aqui, você pode baixar o Manual do Slow Food, que explica mais sobre o assunto.

Para praticar o slow food não é preciso nada além de boa vontade. Você até pode “perder” alguns minutinhos no seu dia a dia, mas em compensação ganhará muito mais qualidade de vida. O que é melhor?

Formas de combater o piolho sem produtos químicos

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Não faz muito tempo o blog do ECOPRÁTICO comentou sobre a importância da sustentabilidade do nosso corpo. É importante que cuidemos da nossa saúde para que assim possamos alcançar o máximo de bem-estar.

Porém, constantemente nos confrontamos com situações adversas que acabam nos causando uma enorme “dor de cabeça”. E isso pode ser levado exatamente ao pé da letra quando o assunto são os piolhos.

piolho1Na hora de tratar essa infecção no couro cabeludo nem sempre é preciso lançar mão de tratamentos químicos, uma vez que eles podem apresentar uma agressividade indesejável. Para solucionar esse problema, existem alguns procedimentos à base de produtos naturais, conforme apresentamos a seguir.

O mais famoso deles é o vinagre, que embora seja eficiente, também pode ser agressivo. É importante ressaltar que ele apenas enfraquece o “cimento” que adere a lêndea ao fio, facilitando a remoção manual. Outra opção é o uso do sabonete de coco para a lavagem do cabelo, pois ele apresenta um Ph ácido que ajuda no combate às lêndeas.

Além dessas, há mais alternativas como, por exemplo, o azeite de oliva e o óleo à base de sementes de nim. O primeiro ajuda na remoção dos piolhos com um pente. Já o óleo de semente de nim pode ser usado como um xampu: aplique-o em todo o couro cabeludo, assim como nos fios cd cabelo, por um bom período de tempo até lavá-lo em água corrente.

Segundo o site The Health Guide, a vaselina também pode ajudar na caça ao piolho, embora sua eficácia não seja comprovada. Acredita-se que a aplicação da vaselina no couro cabeludo impeça as lêndeas de se alimentarem com o sangue do hospedeiro (da pessoa).

O site ainda indica que o xampu feito com duas partes de óleo de árvore-do-chá e uma parte de óleo de hortelã-pimenta ajuda na eliminação das lêndeas (se usado em dias alternados durante oito dias consecutivos). É bom ressaltar, no entanto, que algumas dessas recomendações têm base na crendice popular, o que não tira necessariamente a sua validade. Significa apenas que ainda não foram comprovadas cientificamente.

Biblioteca sobre Meio Ambiente

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Há pouco tempo, o ECOPRÁTICO fez um post ressaltando a importância da leitura. Na ocasião, falamos da livraria virtual Tapioca, especializada na venda de livros sobre sustentabilidade. Dessa vez, a personagem do nosso blog é a Biblioteca Temática sobre Meio Ambiente Raul Bopp, localizada na cidade de São Paulo.

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Localizada na Aclimação, a Raul Bopp tem uma agenda de eventos para os interessados no tema.

Há cerca de três anos, a prefeitura paulistana lançou o projeto Bibliotecas Temáticas de São Paulo, cujo objetivo é estimular o debate e a disseminação de conhecimento em áreas específicas, como música, poesia, cultura popular, contos de fada etc. E desde maio desse ano, o meio ambiente se tornou um desses temas.

A biblioteca fica localizada no bairro da Aclimação, zona sul da capital. Além de alugar livros sobre a área ambiental, as pessoas podem aproveitar a programação de palestras e oficinas que a Raul Bopp mantém ao longo do ano.

Gripe suína e sustentabilidade

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sustentabilidade é um conceito complexo que exige a integração de vários fatores. Não à toa o ECOPRÁTICO usa nada menos do que dez critérios para avaliar o nível de sustentabilidade das casas que visita.

Dentre todos os ecocritérios, o bem-estar possui uma importância especial, pois um dos maiores estímulos para a adoção de práticas sustentáveis é o surgimento de um ambiente no qual tenhamos prazer em viver. No entanto, nada disso é possível se a nossa saúde não estiver em boas condições.

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Página do Ministério esclarece alguns pontos sobre a gripe suína.

Mais recentemente, um dos problemas que vem preocupando a todos é a questão da gripe suína, que como toda doença é um obstáculo para a sustentabilidade do nosso corpo. Justamente por isso, o blog do ECOPRÁTICO faz questão de usar o seu espaço como veículo de comunicação para divulgar a página que o Ministério da Saúde mantém sobre o assunto.

Lá você pode encontrar as últimas informações oficiais sobre o andamento da gripe e ainda esclarecer algumas dúvidas, tais como sintomas e formas de procedimento em caso de suspeita.


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