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Envie sua ecodica!

15 de maio de 2009

Quer enviar sua ecodica para o ECOPRÁTICO? Clique aqui e saiba como.

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Prosperidades ecopráticas

24 de dezembro de 2009
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Olá, leitores!

O ECOPRÁTICO deseja a todos vocês um feliz Natal e um 2010 de extrema alegria e muita saúde. Tudo de bom para vocês, para as suas famílias e para todas as pessoas que vocês amam e com quem se preocupam.

É mais do que gratificantes saber que o ECOPRÁTICO tem ajudado diversas pessoas a se conscientizarem em relação ao meio ambiente. A todos que fazem sua parte, por menor que seja, por mais simples que seja – mas sempre feita de coração – damos o nosso obrigado. Não apena nós, mas todo o planeta.

Que 2010 seja um ano de muito verde e que possamos aproveitá-lo com as novas eco-dicas que a segunda temporada do programa irá trazer.

Um grande abraço de toda a equipe do ECOPRÁTICO! :)

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E a reposta certa é…

3 de dezembro de 2009
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Sem título

Calma, leitor, não se preocupe. O ECOPRÁTICO não se transformou num blog de ajuda a vestibulandos. A questão acima refere-se à prova do processo seletivo para o 1º semestre de 2010 das Escolas Técnicas (Etecs) estaduais. O “vestibulinho”, como é chamada, fez uso do conceito criado pelo programa: o de ser ecoprático, ou seja, a ecologia em sua aplicação prática.

Ao todo, a ideia aparece explicitamente em 13 das 50 questões da prova. Porém, o programa serviu de inspiração para a elaboração de todo o caderno de perguntas. Como afirmam os próprios organizadores:

“Parte da inspiração para esse vestibulinho veio do programa Ecoprático, exibido pela TV Cultura, uma instituição que, assim como nós, também se preocupa com a excelência em Educação”.

Orgulho e honraria à parte, tudo isso mostra que a questão da ecologia e da sustentabilidade vêm ganhando cada vez mais força, uma vez que estão ligadas a praticamente todos os aspectos do nosso dia a dia, pois tratam-se de temas globais, interdisciplinares. Se você estiver curioso, clique aqui para fazer o download do caderno de questões e do gabarito, e veja como a sustentabilidade pode ser relacionada aos mais diversos assuntos, tais como filosofia, física, química e história.

Como bem diriam Anelis e Peri, “agora, todo mundo fala nisso”.

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Ações comunitárias contribuem para a sustentabilidade local

17 de novembro de 2009
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toronto_picnicHá algum tempo, mostramos uma iniciativa nos Estados Unidos que gerou diversos bons resultados: o Crop Swap, que nada mais é do que um cooperativa formada pela população de Sacramento, na Califórnia. Juntos, eles decidiram dar fim ao desperdício e formaram uma feira de trocas. A grande lição a ser tirada dessa atitude é que a colaboração coletiva gera sim resultados positivos.

Outro grande exemplo de ação conjunta pode ser encontrado em São Paulo. A prefeitura paulistana, desde 2005, regulamenta um programa no qual cidadãos ou organizações da cidade podem adotar uma praça pública, ficando assim responsáveis pela sua manutenção. A ideia foi se desenvolvendo e, em 2008, surgiu o programa Zeladores da Praça, que ainda fornece um auxílio financeiro para que alguns moradores da região se responsabilizem por cuidar da limpeza da praça, assim como de sua área verde.

Esse é um exemplo de ação pública voltada para o cumprimento de atividades sustentáveis que, de forma localizada, contribuem não apenas para a beleza de uma determinada região, mas também para a sua própria segurança. No entanto, mesmo que na sua cidade ainda não exista projetos do tipo, uma simples pitada de boa vontade já é o suficiente. Na zona oeste da capital, por exemplo, um grupo de moradores formou o Movimento Boa Praça. Eles se reúnem para realizarem um piquenique e, também, para alertar os frequentadores do local sobre a importância de se cuidar do bem público.

Bom, seja com uma horta comunitária, um minhocário comunitário ou uma feira de trocas comunitária, mobilize-se. Veja o que pode ser feito no seu bairro e convide seus vizinhos.

Faça você mesmo: minhocário

12 de novembro de 2009
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minhocarioNojentas, pegajosas, feias, estranhas… Por mais variados que sejam, os adjetivos usados em relação às minhocas não costumar ser dos melhores. No entanto, apesar de não serem os bixos de estimação mais populares do mundo,  esses animaizinhos possuem uma característica bem sustentável: eles acentuam o processo de compostagem natural.

No nono episódio do ECOPRÁTICO, mostramos alguns dos benefícios de se ter um minhocário em casa. O produto pode ser encontrado comercialmente em diversos tamanhos, variando de acordo com a quantidade de lixo orgânico produzido pela casa. Todavia, nem sempre é possível achar lugares que vendam o produto. Em casos assim, a solução recai no faça-você-mesmo.

Basicamente, o minhocário consiste de três caixas (de preferência de cor escura) que são sobrepostas umas às outras. Nesse site é possível ver mais detalhadamente o procedimento.É importante ressaltar alguns detalhes. O minhocário deve ser mantido longe da luminosidade. As duas caixas superiores geralmente possuem furos entre uma e outra para que as minhocas possam trocar de ambiente quando uma delas estiver cheia. Portanto, pode acontecer de minhocas caírem na caixa de baixo (onde fica o chorume). A solução é simples: coloque um tijolo junto à lateral da parte de dentro dessa caixa inferior para que as minhocas possam retornar à caixa de cima. Além disso, minhocas vermelhas da califórnia (Eisenia foetida) são as mais comuns em minhocários, portanto, não se confunda na hora de escolher as espécies a serem usadas.

Minhocário comunitário

11 de novembro de 2009
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Como todos devem saber, o ECOPRÁTICO adora jardins, hortas e similares. Afinal de contas, não se pode ter um estilo de vida sustentável sem a presença do verde, de um ambiente natural. E dos vários tipos que existem, – vertical, de temperos, comunitário -, esse último possui um qualidade singular: ajuda na integração da comunidade local. Com isso, não apenas melhora-se o convívio entre os moradores, como até mesmo a segurança da região.

Obviamente, uma horta comunitária possui uma capacidade de produção de alimentos bem maior do que uma horta que atenda apenas às necessidades de uma única família. Com isso, ela também acaba gerando, quase sempre, mais resíduos orgânicos. Qual é, portanto, a solução?

Bom, antes de mais nada, é sempre importante ressaltar a importância de se aproveitar o máximo possível das frutas, legumes e verduras na produção de alimentos. No entanto, vez ou outra acontece de sobrar alguma casca ou folha que não pôde ser aproveitada previamente. Pode parecer pouca coisa, mas num horta comunitária a quantidade desses resíduos orgânicos acaba sendo bastante elevada. Sendo assim, para uma horta comunitária nada melhor do que um… minhocário comunitário!

como_fazer_01

Sem dúvida alguma, o modelo de minhocário apresentado no blog é de grande utilidade. Porém, ele é mais utilizado em proporções familiares; não em grandes quantidades como é o caso. E apesar de um modelo mais robusto de minhocário ser fabricado de outra maneira (clique aqui para ver mais), os resultados são os mesmos: biofertilizantes de excelente qualidade e ajuda ao meio ambiente.

Sustentabilidade é criatividade

28 de outubro de 2009
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home-logoMuitos telespectadores nos enviam e-mails com dúvidas sobre onde achar certos produtos sustentáveis comentados aqui no blog ou no programa, reclamando às vezes, inclusive, que eles não existem na região onde moram.

Bom, antes de qualquer coisa é preciso esclarecer que uma atitude sustentável, mais do que uma questão material, é de natureza comportamental; envolve uma nova postura frente ao meio ambiente, um novo jeito de encarar o mundo. Sustentabilidade é também criatividade, improvisação.

Se você não quer – ou não pode – ter uma lixeira especial para a separação seletiva dos materiais que vão para o lixo, isso não o impede de enviá-lo para a reciclagem. Se você não quer comprar um novo sofá feito de madeira de reflorestamento, é possível fazer um com jornais antigos.

Por outro lado, se o caminho vai ser mesmo a compra de algum produto ecologicamente correto, o site Catálogo Sustentável é um ótimo ponto de partida. Ele oferece um gama enorme de produtos e serviços preocupados com a responsabilidade social. Com itens de diversas regiões do país, ele serve como uma boa ferramenta para consumidores conscientes!

Vegetarianismo e veganismo

27 de outubro de 2009
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Com ou sem carne, é importante sempre ter um prato colorido

Desde julho, quando o ex-Beatle Paul McCartney lançou a campanha “Segunda sem carne”, a questão do vegetarianismo voltou com força ao debate ecológico. Segundo algumas pesquisas, a pecuária é responsável por quase 20% das emissões de gases do efeito estufa.

Sendo assim, ao deixarem de comer carne por ao menos um dia na semana, as pessoas estariam contribuindo para a redução do aquecimento global. No entanto, mais do que uma simples campanha em prol do meio ambiente, a “Segunda sem carne” é um estímulo em direção ao vegetarianismo – ou veganismo, dependendo do caso.

A diferença

Pessoas que são vegetarianas, na maioria das vezes, o são por motivos de saúde e bem-estar. Abandona-se o consumo de carne em busca de um estilo de vida mais saudável. Alguns vegetarianos inclusive não deixam de comer certos derivados animais como o mel, o ovo e o leite, por exemplo.

Já o veganismo, mais do que um hábito alimentar, estende-se a uma filosofia de vida. Seus praticantes – os veganos – abrem mão de todo e qualquer tipo de produto (alimentos, roupas, cosméticos, remédios) de origem animal ou que tenha sido testado em animais. O vegano geralmente abraça a causa do veganismo sobretudo por questões éticas; por isso o seu campo de ação não se restringe apenas à alimentação.

Por fim, é importante deixar claro que se você é um consumidor de carne isso não o torna necessariamente um vilão da natureza. Uma postura sustentável envolve uma avaliação dos seus hábitos e, consequentemente, uma adaptação mais equilibrada deles. É possível ser vegetariano, por exemplo, e ter uma alimentação 100% prejudicial à saúde à base de refrigerante, batata frita e hambúrguer de soja.

Portanto, se você não quer (ou não pode devido aos mais diversos motivos) ser vegetariano, uma boa “segunda sem carne” é uma forma bem legal de registrar a sua preocupação com o meio ambiente. Ou então uma “terça sem carne”, um “dias ímpares sem carne”, um “final de mês sem carne”…

Captação de água da chuva: dicas

29 de setembro de 2009
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chuva

Do céu à sua casa: água da chuva pode significar uma economia considerável na conta de água!

Nas últimas semanas, muitos telespectadores e internautas nos enviaram e-mails solicitando maiores informações sobre captação de água da chuva. Há alguns meses, comentamos como esse tipo de sistema pode ser facilmente instalado em algumas residências, como foi o caso da família Lyrio.

E se você também está interessado em ter um sistema de captação de água da chuva, não se “precipite”. A seguir, o ECOPRÁTICO mostra mais algumas dicas importantes que devem ser levadas em conta antes de se iniciar a instalação:

1) Há várias formas de se captar a água da chuva. Você pode contratar uma empresa especializada, o que lhe custaria algo entre cinco e sete mil reais, ou fazer um sistema mais simples que, dependendo do material que você já disponha, pode sair por menos que 300 reais. A principal diferença entre um modelo e outro é a capacidade de água a ser captada (maior no primeiro) e a tecnologia envolvida na sua elaboração (muito mais acessível no segundo).

2) Caso você pretenda usar a água da chuva na rede de canos da residência, é necessário criar um encanamento paralelo ao de água potável. Assim, essa nova tubulação ficará responsável por abastecer a casa em suas necessidade não potáveis, como vasos sanitários e torneiras de jardins.

3) Nem toda cisterna precisa ser subterrânea. É possível simplesmente usar um recipiente de grande capacidade, como os barris de 200 litros que o ECOPRÁTICO utilizou nos episódios. Além disso, a primeira alternativa precisa ter sua viabilidade verificada por um profissional especializado.

4) Alguns modelos requerem uma bomba para enviar a água da cisterna até a tubulação. Nesses casos, é sempre bom fazer a ressalva que a bomba é movida por energia elétrica, ou seja, um gasto a mais num dispositivo inicialmente pensado para economizar. Em via das dúvidas, opte pela força da gravidade.

6) Cuidado na hora de escolher o tipo de calha. Decida pela que mais se adapte à construção de sua casa.

7) As calhas levarão a água até a cisterna, mas antes que ela chega até esse ponto, faça um “ladrão” para que a primeira água (que contém mais sujeira e resíduos sólidos) não seja aproveitada. O “ladrão” consiste numa tubulação pela qual a água cai antes de chegar à cisterna.

8­) O excedente de água de chuva da cisterna deverá ir para a rede de água pluvial. No entanto, ela também poderá passar primeiramente por um jardim de chuva, sendo eliminado apenas o excedente.

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Tênis Ecológicos

16 de setembro de 2009
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Quem vive nos grandes centros urbanos sabe como o trânsito é um fator problemático na rotina de qualquer pessoa. Carros, caminhões, ônibus e motos disputam ferrenhamente as faixas de asfalto das vias dessas cidades. Resultado: horas de congestionamento.

Enfrentar tanto estresse diariamente faz com que boa parte dos motoristas procure alternativas, sendo as mais comuns o uso de bicicletas e a boa e velha caminhada. Claro, nem sempre a distância entre casa e trabalho possibilita tal mudanças, mas para quem se decide pela segunda opção esse post é uma mão na roda – ou seria no pé?

Seja por não aguentar mais tanto trânsito ou simplesmente por consciência ecológica, caminhar a pé, obviamente, possui emissão zero de carbono. Mas a atividade pode ser ainda mais sustentável quando feita com calçados preocupados com o meio ambiente.

A marca Naturezza lanço há alguns meses um modelo feito basicamente com materiais naturais e reciclados. De produtos tão variados como algodão orgânico, cortiça, fibra de bambu e latinhas de refrigerante, a empresa conseguiu produzir um tênis simples e casual.

Já a Rainha, gigante dos calçados, lançou o modelo Eco Bullit que, segundo a companhia, é 100% ecológico. Entre os materiais usados na fabricação destacam-se o PET reciclado, usado no forro do tênis e o algodão orgânico que dá forma e textura à palmilha. Ambos os produtos podem ser encontrados na maiorida das lojas especializadas.

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Bicicletas: não custa nada adotá-las no dia a dia!

14 de setembro de 2009
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bicicletas-parque

Pegue uma, fique à vontade!

Você já viu várias vezes aqui no ECOPRÁTICO que a mobilidade urbana é uma questão complicada na maioria das cidades. Às vezes, locomover-se é um problema cotidiano da mais alta gravidade e não há pedômetro que resolva.

Se a andar a pé não é uma solução, vá de bicicleta. Se você ainda não sabe andar de bike, fique tranquilo, pois nunca é tarde para aprender. O mais recomendável é fazer junto de um amigo ou familiar, mas é possível até mesmo encontrar “cursos” na internet (pois é, eles existem!). E lembre-se: equipamentos de segurança são essenciais!

Bom, uma vez que você já sabe andar de bicicleta, o passo seguinte é adquirir a sua própria. E cuidado: há vários modelos disponíveis por aí. Ainda bem que sites como o Escola da Bicicleta ajudam os menos experientes no assunto a escolherem o melhor modelo para o seu dia a dia. Optar por uma bicicleta que atenda as suas necessidade a aos seus gostos é especialmente importante, pois dessa forma você não tende a trocá-la por um bom tempo.

Tenha sempre em mente que embora você possa ser um ciclista precavido, o trânsito está cheio de malucos! Portanto, conheça bem as regras de segurança para ciclistas. O programa Bicicleta Livre, da UnB, elaborou uma cartilha que também apresenta dicas de alimentação, hidratação e limpeza. Confira!

Por fim, use a sua nova companheira para conhecer pessoas interessantes. Informe-se em redes sociais e troque ideia. Grupos como o Bicicletada Curitiba, por exemplo, reúnem-se regularmente para a prática do exercício em coletivo. Aproveite a oportunidade e descubra todos os benefícios das bicicletas.

Se você anda de bicicleta há algum tempo e tem mais alguma dica a oferecer, deixe um comentário nesse post! Ou dê uma “twittada” para @ecopratico.

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